Somos mais felizes quando sabemos gostar primeiro de nós.
Porque acabamos por valorizar aquilo que somos e o que de melhor temos e isso reflecte-se no olhar de quem nos ama...
quarta-feira, 25 de junho de 2008
domingo, 22 de junho de 2008
Tenho saudades tuas
Tenho saudades tuas porque me conheces como ninguém.
Tenho saudades tuas porque me sorris com o olhar do entendimento ao ver as minhas expressões.
Tenho saudades tuas porque me lês sempre nas mais imperfeitas entrelinhas.
Tenho saudades tuas porque me ensinas o teu modo de viver que é o que quero aprender.
Tenho saudades tuas porque potencias as minhas forças e ajudas-me a destruir os meus medos.
Tenho saudades tuas porque me fazes acreditar mesmo quando o cepticismo e a derrota me dominam.
Tenho saudades tuas porque me mostras o que é amar.
Tenho saudades tuas porque te adoro amigo.
E vou ter saudades tuas toda a minha vida porque me tatuaste a alma com as tuas iniciais.
Tenho saudades tuas porque me sorris com o olhar do entendimento ao ver as minhas expressões.
Tenho saudades tuas porque me lês sempre nas mais imperfeitas entrelinhas.
Tenho saudades tuas porque me ensinas o teu modo de viver que é o que quero aprender.
Tenho saudades tuas porque potencias as minhas forças e ajudas-me a destruir os meus medos.
Tenho saudades tuas porque me fazes acreditar mesmo quando o cepticismo e a derrota me dominam.
Tenho saudades tuas porque me mostras o que é amar.
Tenho saudades tuas porque te adoro amigo.
E vou ter saudades tuas toda a minha vida porque me tatuaste a alma com as tuas iniciais.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Aos anjos
Tem a certeza de que estarão lá sempre, como sempre.
Porque a amizade vive-se uma vida inteira, sem rodeios, sem medos, sem jogos… Numa entrega altruísta, mas sempre cúmplice.
Aqueles dois anjos são a prova viva e colorida disso mesmo.
Reconhece as suas maiores imperfeições e aceita-as, não como quem se resigna, mas como quem se entrega.
Porque neles sente e reconhece uma partilha verdadeira e porque os quer abraçar sempre com a mesma força e recolher-se sem vergonhas nas suas asas, são um pedaço essencial do que ela é e do que quer ser…
PS: Welcome aboard Charlie
Porque a amizade vive-se uma vida inteira, sem rodeios, sem medos, sem jogos… Numa entrega altruísta, mas sempre cúmplice.
Aqueles dois anjos são a prova viva e colorida disso mesmo.
Reconhece as suas maiores imperfeições e aceita-as, não como quem se resigna, mas como quem se entrega.
Porque neles sente e reconhece uma partilha verdadeira e porque os quer abraçar sempre com a mesma força e recolher-se sem vergonhas nas suas asas, são um pedaço essencial do que ela é e do que quer ser…
PS: Welcome aboard Charlie
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Fá-la pensar em amor
Porque a prende como uma teia de aranha invisível, mas implacável; porque a confunde com uma amizade intimista; porque lhe tolda as ideias, dilui-lhe os objectivos e suga-lhe as forças…Fá-la pensar em amor... De novo no amor que pode doer…
Porque o coração corre mais depressa do que as pernas.. Porque a velocidade do sentir é superior à do pensar e do agir.. e porque ainda não acredita no fim.
Porque a toca sem consequências, porque lhe sorri como se acreditasse..
Porque a faz acreditar que acredita, mesmo quando não acredita em nada..fá-la pensar em amor.
E ela tenta…tenta resistir…ou simplesmente tenta parar..porque cada movimento que faz leva-a para as direcções que melhor conhece e que mais teme..
Para o lugar que conhece como amor..e que pode doer..
Porque o coração corre mais depressa do que as pernas.. Porque a velocidade do sentir é superior à do pensar e do agir.. e porque ainda não acredita no fim.
Porque a toca sem consequências, porque lhe sorri como se acreditasse..
Porque a faz acreditar que acredita, mesmo quando não acredita em nada..fá-la pensar em amor.
E ela tenta…tenta resistir…ou simplesmente tenta parar..porque cada movimento que faz leva-a para as direcções que melhor conhece e que mais teme..
Para o lugar que conhece como amor..e que pode doer..
Depois de tudo
Tinha tentado de tudo.
Tinha ouvido o que tinha de ouvir, com a paciência dos que amam, a persistência dos que esperam e a esperança dos que acreditam.
Tinha dito tudo, às vezes com palavras, outras com gestos cheios de significado, outras apenas com o olhar do amor…
Mas depois de tudo, o encontro continuava a não ser perfeito.
Por vezes o fracasso impunha-se como um espelho gelado que lhe revelava a imagem imperfeita do que foi em vez da perfeita do que não soube ser.
Depois, o tempo, implacável, moldou-a sem medos, revelando-lhe novas formas, sem lhe alterar a figura.
Depois de tudo, chorar não chega. O choro não chega e a dor não dói.
Depois de tudo, o silêncio impõem-se como regra de um jogo de batoteiros e fala por si, calando o que antes falou em nome do amor.
Depois de tudo, o não fazer nada é do que tem vontade.
E não desiste… simplesmente ainda não sabe que percurso fará, mas tem a certeza que o fará em silêncio.
Porque depois de tudo, o silêncio apazigua e pode levar ao reencontro.
Tinha ouvido o que tinha de ouvir, com a paciência dos que amam, a persistência dos que esperam e a esperança dos que acreditam.
Tinha dito tudo, às vezes com palavras, outras com gestos cheios de significado, outras apenas com o olhar do amor…
Mas depois de tudo, o encontro continuava a não ser perfeito.
Por vezes o fracasso impunha-se como um espelho gelado que lhe revelava a imagem imperfeita do que foi em vez da perfeita do que não soube ser.
Depois, o tempo, implacável, moldou-a sem medos, revelando-lhe novas formas, sem lhe alterar a figura.
Depois de tudo, chorar não chega. O choro não chega e a dor não dói.
Depois de tudo, o silêncio impõem-se como regra de um jogo de batoteiros e fala por si, calando o que antes falou em nome do amor.
Depois de tudo, o não fazer nada é do que tem vontade.
E não desiste… simplesmente ainda não sabe que percurso fará, mas tem a certeza que o fará em silêncio.
Porque depois de tudo, o silêncio apazigua e pode levar ao reencontro.
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